14 janeiro 2011
Teste: Meu Frango Assado Knorr
No último domingo eu fiz um almoço "clássico": Macarrão com frango assado. Teria pudim de leite de sobremesa, como eu saí no sábado, mas não deu tempo de fazer.
Já tem um tempo que vejo esse envelopinho com tempero pra frango assado - que jura que meu frango assado vai ficar igual ao de padaria - então resolvi testar. Meio com medo, mas testei.
A embalagem diz pra usar frango cortado, cerca de 1,2Kg. Isso pra mim não foi problema, já que pra duas pessoas um frango inteiro é desperdício. Mas confesso que a ideia de "frango assado igual ao de padaria" perde o sentido se ele estiver - como meu pai diz - esquartejado.
Pois bem: esquetejei o frango e usei as partes "boas": coxas, sobrecoxas e asas. Tá: e o rabinho, pq eu AMO rabinho de frango.
Coloquei os pedaços dentro do envelope. Envelope aliás, que é exatamente igual àqueles que vendem por aí, mas eu não gostei do fecho dele. Ele não lacra, não aperta o bastante. Só fecha, sem apertar. Mas, apesar da minha preferência pelo outro fecho, não creio que isso tenha feito diferença.
Me perdoem a falta de fotos do frango cru dentro do plástico. Eu me distraí no processo de misturar tudo, não furar o envelope e lavar as mãos e acabei esquecendo de fotografar essa parte da receita.
As instruções são: colocar os pedaços dentro do envelope, jogar o pozinho, misturar bem pra distribuir em todas as partes, amarrar, furar um pedacinho pra escapar o vapor e botar no forno dentro de um refratário. nada mais simples, exceto pela parte de misturar tudo dentro do envelope. Eu fiquei com medo de rasgar o pástico e acabei demorando mais do que o esperado nessa parte, mas nada que destrua ou estrague a receita, de verdade.
Minha impressão enquanto ainda tava cru é de que a coisa não ia funcionar.
O cheiro e o aspecto do pó é o mesmo do creme de cebola. (O sabor que eu escolhi foi cebola e alho).
Cheguei a pensar: "Po, pra usar creme de cebola eu não precisaria de nada disso. Não sei se tá valendo a pena!". É, eu não tava botando fé no produto MESMO!
Mas o frango assou e o cheiro que dominou a casa era muito bom. Ele cozinhou rápido e no tempo indicado pela embalagem. Não ficou nem cru e nem grudou no plástico. Ponto pra ele, pq é muito chato perder toda a pelinha do frango no celofane do envelope. Meu peru de natal ficou horroroso por causa disso. Ficou uma delícia, mas feio, pq a pelinha ficou toda grudada no plástico. Mas enfim, isso não acontceu com esse! Bastou seguir a instrução da embalagem.
Ele cheira muito bem e fica com um gosto ótimo! Não ficou salgado (esse era um dos meus maiores medos) e nem com gosto de tempero artificial. Fica suave e bem temperado, mesmo nas partes mais carnudas.
Minha única queixa é a gordura: o frango ficou nadando na gordura. Eu sei que não tirei a pele dele, mas acho que ela sozinha não renderia tanto óleo quanto o que ficou no fundo do refratário.
No fim das contas, acho que fiz um bom negócio. Foi rápido, bem mais simples do que ficar picando alho, cebola e salsa na mão... E ficou muito saboroso pra uma coisa que deu trabalho zero pra fazer.
Claro que continuo preferindo meu tempero caseiro, mas pra uma hora de pressa isso é uma mão na roda! bota umas batatinhas e umas rodelas de cenoura pra cozinhar junto com ele no envelope e tem um prato delicioso pra hora da pressa. Recomendo!
*** Ah, ele NÃO ficou com gosto de padaria, mas não reclamo nem um pouco pq isso não quer dizer que tenha ficado ruim. Bem pelo contrário!
06 dezembro 2010
Pizza

Um fds desses eu fiz pizza em casa. Não a massa. Ainda não tenho a manha de fazer a massa, perciso perder o medo. Mas comprei uma massa boa e fiz o molho e os "recheios" em casa.
Calabresa, 3 queijos, napolitana e portuguesa.
Daí aproveitei pra copiar a espetaculosa pizza doce que provamos outro dia em SP: a da pizzaria era de morango com chocolate branco. Na falta do morango, eu fiz com amora. E ficou ótema! Tanto que não tem foto dela assada, huahuahuahuaha.Estrelinhas
Tudo bem que teve o servicinho de corno de separar as estrelinhas por cor.Sim, eu separei. O pacotinho vem um mooonte de estrelinhas coloridas, tudo misturado. E eu não quis! Demorou, mas separei tudo bem bonitinho!
E aí estão os cupcackes que o LP levou pra festa de confraternização do Conversation Club lá da cia.
Eu ia fazer garlic bread (O requisito é ser "comida típica" do lugar onde se fala a língua, no caso do LP, inglês), mas no Extra não tem pão italiano... "/
Agora fiquei com vontade, e vou ter que comprar pão só pra fazer isso pra mim. Crap!
To decidindo ainda qual bolinho vou fazer pro encontro de sábado.
To na dúvida entre red velvet ou esse branquinho com as estrelinhas (separadas por cor, ca-laro!)!
Vote!
04 dezembro 2010
25 outubro 2010
Caldos: testando e me f*dendo
Sempre gostei de caldos. De galinha, qdo não tinham muitas opções de sabor, depois os de legumes, de costela, de bacon - pra colocar no feijão... enfim. Eu gosto do negocinho que esse tal de aji-no-moto deixa na comida e que muda o gosto das coisas.
Quando era pequena eu gostava de roubar um cubinho de caldo de galinha do armário da minha mãe e levar pra cama. Eu lambia o cubinho até enjoar e guardava o resto num cantinho do móvel da máquina de costura da minha mãe pra terminar de comer no dia seguinte. (Pra quem chupava naftalina feito bala, comer caldo knorr puro é coisa pouca!)
Hoje tenho nojo só de lembrar. Mas me lembro da sensação boa do salgadinho grudando na língua.
De uns tempos pra cá eu tenho me preocupado mais com as diferenças às vezes sutis entre matar a fome e se alimentar. E tenho tentado usar só caldo feito em casa, com o mínimo de sal possível, com o mínimo de glutamato monossódico possível. O sal a gente sabe que tem que maneirar mesmo pq faz mal, mas o tal do ajinomoto tem torcida pros dois lados: há quem diga que ele faz crescer terceiro mamilo e olho na nuca, que é comida do capeta... Mas por outro lado é japonês, né? Quer mais saudável que coisa de japonês?! Rá!
Já li algumas coisas mas ainda não consegui definir de que lado eu fico nessa briga. Por enquanto ele ainda entra em casa. Numa quantidade BEM menor do que antes, mas entra...
E de vez em quando eu faço uns testes com sabores novos... Às vezes eu me ferro lindamente.
Há al
gum tempo atrás a Sazón lançou um sabor novo nos pacotinhos de temperos: um tal de Sabores do Nordeste. Eu comprei pra testar e detestei. Ele deixava todos os pratos doces, terrivelmente doces. Não usei nem a metade do pacote.
Depoi
s disso, a Maggi lançou um sabor novo nos caldos de cubinhos: Coentro, Louro e Cominho.
Eu ADORO coentro. Uso em quase tudo. Acredito piamente que coentro fica melhor do que manjericão no molho de tomate. Comprei e amei.
Ele tem realmente gosto de coentro, não deixa os pratos doces e não é enjoativo. LP colocou um pedacinho na boca e disse que aquilo era o meu tempero colocado num cubinho. Esse eu nunca deixo faltar em casa.
Sema
na passada eu fui ao supermercado e procurei o caldo mágico de coentro sem sucesso. Revirei a prateleira e nada de achar o caldo Maggi, mas vi um que não tinha experimentado ainda: um caldo da Knorr, Galinha, coentro e colorau. Pensei: "Oba, mais uma opção com coentro, e da Knorr! deve ser bom! ".
Trouxe pra casa e o primeiro teste que fiz foi usando no molho de tomate do macarrão de ontem.
Lembra do Sazón? Tem exatamente o mesmo gosto. Deixa a comida toda doce. Horrível!
Essa semana vou fazer feira e comprar coisas pra fazer caldo em casa. De legumes e de frango.
Vai ser bom: mais saudável, menos química, menos química, menos sal, e com certeza, sem deixar a comida doce.
Quando era pequena eu gostava de roubar um cubinho de caldo de galinha do armário da minha mãe e levar pra cama. Eu lambia o cubinho até enjoar e guardava o resto num cantinho do móvel da máquina de costura da minha mãe pra terminar de comer no dia seguinte. (Pra quem chupava naftalina feito bala, comer caldo knorr puro é coisa pouca!)
Hoje tenho nojo só de lembrar. Mas me lembro da sensação boa do salgadinho grudando na língua.
De uns tempos pra cá eu tenho me preocupado mais com as diferenças às vezes sutis entre matar a fome e se alimentar. E tenho tentado usar só caldo feito em casa, com o mínimo de sal possível, com o mínimo de glutamato monossódico possível. O sal a gente sabe que tem que maneirar mesmo pq faz mal, mas o tal do ajinomoto tem torcida pros dois lados: há quem diga que ele faz crescer terceiro mamilo e olho na nuca, que é comida do capeta... Mas por outro lado é japonês, né? Quer mais saudável que coisa de japonês?! Rá!
Já li algumas coisas mas ainda não consegui definir de que lado eu fico nessa briga. Por enquanto ele ainda entra em casa. Numa quantidade BEM menor do que antes, mas entra...
E de vez em quando eu faço uns testes com sabores novos... Às vezes eu me ferro lindamente.
Há al
Depoi
Eu ADORO coentro. Uso em quase tudo. Acredito piamente que coentro fica melhor do que manjericão no molho de tomate. Comprei e amei.
Ele tem realmente gosto de coentro, não deixa os pratos doces e não é enjoativo. LP colocou um pedacinho na boca e disse que aquilo era o meu tempero colocado num cubinho. Esse eu nunca deixo faltar em casa.
Sema
na passada eu fui ao supermercado e procurei o caldo mágico de coentro sem sucesso. Revirei a prateleira e nada de achar o caldo Maggi, mas vi um que não tinha experimentado ainda: um caldo da Knorr, Galinha, coentro e colorau. Pensei: "Oba, mais uma opção com coentro, e da Knorr! deve ser bom! ".Trouxe pra casa e o primeiro teste que fiz foi usando no molho de tomate do macarrão de ontem.
Lembra do Sazón? Tem exatamente o mesmo gosto. Deixa a comida toda doce. Horrível!
Essa semana vou fazer feira e comprar coisas pra fazer caldo em casa. De legumes e de frango.
Vai ser bom: mais saudável, menos química, menos química, menos sal, e com certeza, sem deixar a comida doce.
20 outubro 2010
15 outubro 2010
Vai pamonha! Vai curau!

E não é que dá pra fazer curau de milho gostosinho mesmo com milho de lata?!
Pra essa receita eu usei:
02 latas de milho escorridas
1 vidrinho de leite de côco (vc pode trocar pelo leite comum ou só água na hora de bater)
1 caixinha e leite condensado
2 colheres de maisena
canela para decorar
Bata o milho no liquidificador. Eu usei o leite de côco já nessa hora pq não peneirei a mistura depois (O povo pediu com pedacinhos), mas é mais sensato fazer isso só com água pra não jogar leite de côco fora na hora de coar.
Coe a mistura em uma panela alta fora do fogo e acrescente o leite condensado (a quantidade depende mais do seu gosto do que da receita. Com uma caixinha longa vida pequena, ele ficou doce num ponto tolerável. A medida da latinha eu acredito que seja só pra formigas, mesmo), misture e cozinhe em fogo baixo.
A panela alta ajuda a não sujar a casa inteira, pq esse trem espirra que é uma beleza.
Eu deixei no fogo baixíssimo com a panela semi tampada por uns 15 minutos e só depois disso coloquei a maisena.
Daí é só mexer bem, esperar engrossar e despejar numa travessa.
Canelinha polvilhada por cima e geladeira...
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